Lisboa, 22 mai (Lusa) – Espírito de risco, uma banca que facilite crédito e entidades públicas com “noção real do tempo” são exigências difíceis de reunir para a criação de AutoEmprego, “cada vez mais uma alternativa” no actual mercado de trabalho.
A Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) desenvolve, desde 2003, o projeto DoNaEmpresa, que acompanha candidatas selecionadas na criação dos seus próprios negócios e que permitiu já a concretização de cerca de cem projetos, adiantou, em entrevista à Lusa, a presidente da associação, Ana Bela Pereira.
Até ao fim do ano, a expetativa é a de que entrem em funcionamento mais cerca de duas dezenas negócios, sendo a prestação de serviços a principal área de actividade, detalha Ana Bela Pereira, enumerando entre o apoio à família, à comunidade, webdesign, contabilidade, comunicação, marketing ou produção de eventos.